o tempo que resta

Quando se gasta muitas palavras para descrever sentimentos, tenho sempre a impressão de que não significam nada. A sensação de encontrar-se frente a frente com o espelho e não ter o que dizer talvez seja mais adequada. Encontros, escolhas, descobertas, segredos, ausência. É tudo tão já vivido e conhecido, mas surpreendentemente novo. E lembram uma velha música de Jagger e Richards: time waits for no one, no favours has he.

Este foi um bom ano.

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